Paz nas empresas

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Elielton Martins, do Departamento de Medicina e Segurança do Trabalho de Vida da empresa Mococa S.A. Produtos Alimentícios, com o apoio de Bia Maciel, divulgaram, via online, mensagem de reflexão referente ao dia Internacional da Paz, no âmbito da empresa e a seus colaboradores. A mensagem circulando pela internet chegou até o Guaxupaz e reproduzimos a seguir:

INICIATIVA PARA A PAZ DIÁRIA

 

A ONU estabeleceu 21 de setembro como o Dia Internacional da Paz. Desde o início do mês de setembro, organizações de diversos países celebram a data e chamam a atenção da população para unirem esforços pela expansão da cultura de paz e conscientização contra a violência ostensiva ou mascarada, que acontece desde os núcleos familiares, sociais, políticos até a dominação de opressores e poderosos.

Paz é construção diária

Não basta refletir sobre a paz e a não-violência por ocasião de datas predeterminadas. A convivência pacífica é uma construção que se faz dia a dia, desfazendo hábitos e costumes impregnados em nossa cultura que geram atitudes agressivas e desencadeiam a violência. Muitas vezes, o agressor nem tem consciência de que seu comportamento é agressivo, uma vez que a sociedade incorpora tais comportamentos.

Conflitos e divergências fazem parte da realidade cotidiana. Conviver em paz é saber resolver os conflitos e divergências de modo não violento, por meio do diálogo, compreensão e tolerância. Por outro lado, a resolução pacífica de conflitos não é passividade, submissão e resignação. É preciso defender os direitos humanos, agir contra as injustiças sociais, promover políticas públicas necessárias, enfim, é agir adequadamente para estabelecer a harmonia interna, social e com a natureza.

Para isso é preciso desenvolver habilidades e competências de comunicação, de compreensão, de liderança, de auto-controle entre outras.
Os filmes, os games, os noticiários bombardeiam continuamente com imagens e enredos de violência e falta de ética. Na cultura de paz, busca-se expor a garra e grandeza dos pacificadores conhecidos e anônimos, de líderes humanistas, de embaixadores da paz e deixar que estes exemplos marcantes influenciem positivamente as pessoas.

A paz mundial - a cura do mundo - é obtida através de um princípio muito simples. Criamos Paz sendo Paz. Esta é a verdade universal que inspirou a Iniciativa de Paz Diária, uma meditação de paz global, coletiva e diária. O propósito é reunir no mínimo de 8.000 pessoas ainda que o desejado seja 144.000 ou mais pessoas, para meditar, orar, sendo vibração de paz por 40 minutos ou mais cada dia no amanhecer ou no por do Sol. Esta poderosa forma-pensamento de paz é suficiente para causar um despertar da consciência global para podermos celebrar plenamente a paz sobre a Terra.

O movimento mundial pela cultura de paz desenvolve ações voltadas à educação, ao empresariado, à área de segurança, às políticas públicas, à mídia, às minorias e a todos os setores onde a convivência pacífica precisa ser desenvolvida. Porém, embora este trabalho tenha se expandido no país e em diversas partes do mundo, é pouco conhecido pela população, uma vez que as notícias de violência são mais destacadas na mídia, do que as medidas e ações bem sucedidas pela não-violência.

Devemos ser a Paz que queremos ver no mundo

A Prática

A prática é: simplesmente aquietar a mente e criar uma experiência de sentimento de paz. A meditação é uma maneira comum de chegar a este estado harmonioso, mas aqueles que não meditam ou oram, podem simplesmente visualizar e experimentar o mesmo na beleza da natureza, com o som e cantar de pássaros cantando, ou o silêncio de uma árvore. Mover-se dentro do silêncio e a partir dele criar o pensamento, emoção e sentimento de completa paz em cada célula do corpo e cada aspecto de seu ser. A Meditação por si dissolve-se sem esforço dentro do Um, é a máxima manifestação desta vibração de paz.

 

Defesa da diversidade sexual : lutas e avanços

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Renato Tadeu Veroneze

Hoje vivemos num mundo mais aberto à diversidade, porém, o preconceito, a discriminação e o moralismo ainda imperam na sociedade.Para que a comunidade LGBT se firmasse e conquistasse alguns direitos em relação aos heterossexuais, foi necessário um longo processo de lutas e manifestações sociais.

No Brasil, já são visíveis algumas conquistas. Uma delas é o decreto 6.980, de 13 de outubro de 2009, da Coordenação Geral de Promoção dos Direitos de LGBT, que tem a responsabilidade de coordenar a elaboração e implementação dos planos, programas e projetos em âmbito n acional. É também competência da Coordenação a articulação de ações pró-LGBT junto aos demais órgãos da Administração Pública Federal.

Apesar dos avanços, ainda impera, em solo nacional, expressões de violação de direitos e violência ao grupo LGBT. Segundo os dados do relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, no ano de 2011, 67% das denúncias do Disque 100, em nível federal, são referentes à população LGBT.

Outro dado relevante do relatório é que 30,8% das violações aconteceram na rua, 42,0% em casa,5,5% em instituições governamentais e 4,6% em local de trabalho. Dos tipos de violência, prevalece a psicológica ( 42,5%) , mas 22,3 % são de discriminação, 15,9 % violência física, dentre outras formas de violência de menor incidência.

Apesar de aparente aceitação do comportamento homossexual, o relatório aponta que ainda temos muito que lutar, principalmente com relação ao comportamento homofóbico e lesbiofóbico. A denúncia é a maior arma contra o preconceito e a discriminação. Denunciar o tratamento desigual perante a lei e ao comportamento discriminatório em todas as áreas da vida social é um dever de todo cidadão.

Portanto, há a necessidade de demonstrar, tanto à sociedade, sobretudo,à família, as dificuldades que a maioria dos gays, lésbicas, travestis e transexuais enfrentam para serem compreendidos e aceitos. A grande maioria das queixas deles é não encontrarem o apoio da própria família.

Síntese do artigo publicado no Jornal da Região em 27/junho/14.
O autor é assistente social.

 

semana mundial do brincar

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A “Semana Mundial do Brincar”, evento promovido pela Aliança pela Infância no Brasil, acontecerá entre os dias 25 a 31 de maio. O objetivo da semana é oferecer brincadeiras abertas para a comunidade, além de palestras e ciclos de debates abordando o tema do brincar, na perspectiva de contribuir para o aumento da sensibilização e da consciência sobre sua importância.

Campanha da Semana Mundial do Brincar

A Aliança participa da promoção, divulgação e incentivo de ações, eventos e iniciativas que valorizem o brincar em todo o Brasil na última semana do mês de maio como contribuição para a comemoração de uma semana especial para o brincar.

Durante esta semana estão previstas várias atividades na cidade de São Paulo e em outros municípios. As escolas podem se inscrever para participar das ações organizadas pela Aliança ou podem mobilizar sua comunidade escolar e realizar atividades em seus bairros.

A educadora Giovana Barbosa de Souza, representante do movimento Aliança pela Infância, explica que “esta semana é muito importante, pois é uma mobilização que reúne diferentes atores, como pais, educadores, médicos, comunicadores, instituições privadas, representantes de instituições governamentais, entre outros”.

 http://semanamundialdobrincar2014.wordpress.com/ 

 

Entrevista com a responsavel pela semana do brincar no brasil

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Responsável pela Semana do Brincar no Brasil explica origem do evento, mudanças, ações para combater o consumismo e a importância do brincar livre e sem medo


Entrevista realizada por Suzana Sarmiento em 31/01/2014 , postada no Portal SETOR 3 - SENAC

 

 Portal Setor3 - Gostaria de saber qual foi o pontapé da ação?

Giovana Barbosa de Souza – Nosso cotidiano é tomado pelo excesso de informação, de consumo de alimentos e de roupas. Perdemos o contato com a simplicidade, com a beleza da vida, onde ocorrem os aprendizados, a imaginação, em que a criança pode brincar de ter um esconderijo, um lugar secreto aonde ela vai quietinha e ninguém a vê para ficar ali sozinha um pouco, só ela com seu universo. Nas brincadeiras, a criança aprende a dividir o brinquedo, a brigar com o amigo e pedir desculpas, descobre o valor do perdão, de ser aceita com suas diferenças. Nessa simplicidade mágica se tece a vida.

Foi nesse contexto que surgiu, em 2009, a ideia da Campanha Semana Mundial do Brincar. Na época houve uma mobilização pela internet feita pela Aliança pela Infância para comemorar o Dia Nacional do Brincar, mas observando alguns parceiros e núcleos espalhados pelo País, percebemos que as atividades não estavam mais concentradas apenas no dia 28 de maio, data conhecida como o Dia Internacional do Brincar. Notamos que as pessoas às vezes não conseguiam fazer uma ação em apenas um dia. Dessa forma, pensamos em uma Campanha com proporções maiores, e logo se espalhou pelos núcleos da Aliança pela Infância e com o tempo fomos agregando novos atores de várias formas e diferentes frentes.

Em 2010, foi a primeira vez que saímos da ação virtual para organizarmos uma ação em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do município de São Paulo e a UMAPAZ, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, em um programa aberto a crianças de todas as idades. Nessa época, tínhamos cerca de 15 núcleos pelo Brasil e hoje somos 30. Tivemos muito aprendizado. Com a primeira escola, abrimos um cronograma de atividades para fazer em vários lugares principalmente em espaços públicos para incentivar que as pessoas e as famílias ocupem esses locais e olhem para as necessidades das crianças, pois são cidadãs, sujeitos com direitos.

E de que brincar estamos falando? Estamos falando da atividade que tem fim em si mesma, pois não se trata de uma atividade dirigida, com expectativas desta ou daquela aprendizagem, e sim de um brincar livre e sem medo, com contato da natureza.

Portal Setor3- De 2009 até agora, quais foram os principais avanços e mudanças? E os desafios em organizar a Semana?

GBS- Primeiro, avançou na inserção da pauta nacional de políticas para infância. É uma conquista de todas as mãos envolvidas nesse processo, de todos esses parceiros, a inserção do tema do brincar de forma intersetorial. Por exemplo, em 2012 e 2013, fomos procurados por prefeituras de alguns municípios onde não temos Núcleos da Aliança ou nenhuma ação direta, mas que são comprometidas principalmente educação infantil ou com a infância. Em Curitiba, a Secretaria de Educação nos procurou para Semana Mundial do Brincar. Também recebemos um convite de Guarulhos que, em conjunto com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Cultura e de Ação Social, tivemos uma formação para pais e educadores sobre o conceito do brincar. Já em Botucatu (SP), onde a Aliança possui um núcleo de articulações, tivemos até um Projeto de Lei do Dia do Brincar, tonando-se um caso de política pública.

Quando temos a oportunidade de dar uma entrevista ou de ter uma fala em algum veículo de mídia, conseguimos que o tema seja disseminado, fazendo com que mais pessoas tenham acesso às informações sobre a importância do brincar. Esse tipo de informação não chega a todas as mães, babás e avós, que são as pessoas que ficam e educam as crianças. No ano passado, participaram 135.223 crianças, sendo que em 2012 foram 50 mil. Na edição passada, foram envolvidos 23 núcleos e 70 municípios parceiros na campanha. É uma construção coletiva, porque as instituições nos ajudam em um processo de rede em rede.

 

Conheça a entrevista completa: 

http://www.setor3.com.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a6471.htm&subTab=00000&uf=&local=&testeira=99&l=&template=58.dwt&unit=&sectid=185

 

Mobilização Brasileira pela Primeira Infância (Mobi)

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O Pacto Nacional pela Primeira Infância, tem como objetivo unir a sociedade civil, os 3 setores e programas sociais, como os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), para aplicar os direitos e melhorias no cuidado e formação das crianças. Uma iniciativa do Instituto Zero a Seis, que instituiu o programa Mobilização Brasileira pela Primeira Infância (Mobi).

O programa de Mobilização Brasileira para Primeira Infância tem sete ferramentas de comunicação que atuam integradas entre si e com a sociedade como um todo – os 3 setores -, criando um movimento que envolva todas as pessoas do país, para o desenvolvimento de ações, iniciativas, projetos e programas, que visem o aprimoramento da primeira infância no Brasil.

Segundo João Figueiró, vem de um modelo implementado no Peru, em 2007, por Salvador Herência, que em 18 meses conseguiu um avanço na questão da infância daquele país, que no Brasil nem em 25 anos foi alcançado.

Uma dessas ferramentas é o pacto Nacional para a Primeira Infância, que é constituído de 12 itens, que institui um pacto entre todas as pessoas, setores, organizações, para este compromisso no cumprimento do artigo 227 da Constituição Federal, que assegura os direitos da criança e as condições necessárias para o seu pleno desenvolvimento.

João Figueiró defende o investimento de capital humano como melhor forma para o desenvolvimento de uma sociedade. “Criar um mundo melhor começa com a tarefa de cuidar melhor das crianças. Sonho, de forma universal, que todas as crianças tenham asseguradas todas as condições de desenvolvimento”.

Figueiró tem a expectativa de conseguir que todo o cidadão brasileiro assine o Pacto e se comprometa e se interesse em saber o porquê isso é tão importante para o desenvolvimento de uma sociedade, de uma nova cultura.

“Trabalhamos com algumas redes: a Rede Nossa São Paulo, o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, que são os ODM e dentro dos ODM, algumas metas são diretamente ligadas à infância, como a questão da mortalidade materna e mortalidade infantil, mas todas os oito objetivos estão articulados com essa faixa etária. Por exemplo: o combate à fome, à miséria, todas essas coisas contemplam as crianças numa fase que é de altíssima vulnerabilidade e de desproteção: uma criança pequena não tem condições de exigir socialmente, politicamente, o atendimento de seus direitos. Então quando oferecemos essas condições a essas pessoas, isso é um direito, mas é algo que tem que ser feito pelos adultos, que legislam, que cuidam, ensinam, dão atenção e são pais e mães dessa população”, ressalta o presidente do Instituto Zero a Seis.

Investimentos que vão desde razões humanitárias, econômicas a científicas. E a participação e atuação consciente das pessoas é imprescindível. O desenhista e cartunista Mauricio de Sousa se sente parte de um processo que não tem fim e colocou sua empresa e suas redes sociais como um canal de comunicação aberto para propagar a importância de ações como essa.

“Tudo o que a gente fizer par a criançada, mesmo as mais novinhas, é pouco. É preciso preparar o país para eles. E o Mobi vai permitir que a gente trabalhe nas diversas áreas: na área política, legislativa, na área de proteção enfim, aonde a criança puder estar, andar, respirar, temos que estar ali para alguns cuidados e oportunidades que faltam para a maioria das crianças: como oportunidades à saúde, higiene, educação e abertura para o futuro. É um grande dilema nós estamos enfrentando, um grande problema, que tem que ter parte desse problema resolvido e nós vamos fazer força para isso, é ajudar o governo, que tem sido omisso na maior parte desse momento da necessidade da criança”, argumenta.

Em busca dessa vitória está a então embaixadora do Movimento. Para Mônica, “esse movimento é lindo, maravilhoso e essa preocupação do cuidado com a criança de zero a seis anos é fundamental para que essa criança se torne um adulto saudável. E no saudável não é só em saúde física, mas saudável também na mente. Então se a Turma da Mônica, através da Mauricio de Sousa Produções puder, de alguma maneira ajudar na divulgação desse movimento, a gente vai estar, até o fim, junto com eles.

E é com a luta e conscietização de cada um, que se conseguirá atentar para a criação e educação de cada criança, permitindo que elas cresçam mais saudáveis, com direito à escola, participação na vida da sociedade, não vulneráveis às drogas, criminalidades. Que possam fazer parte de um Brasil sem corrupção, com mais saúde e educação.

 

Em busca de um futuro melhor, UGT assina Pacto em prol da primeira infância


Para um melhor cuidado com a criança, assinatura do movimento sindical representa a busca de uma nova cultura com a mulher e mãe trabalhadora


Nesta terça-feira, 18/03, no SESC Vila Mariana, em São Paulo, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), representando o Sindicato dos Comerciários do Estado de SP, assinou o Pacto Nacional pela Primeira Infância, documento que tem como objetivo unir a sociedade civil, os 3 setores e programas sociais, como os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), para aplicar os direitos e melhorias no cuidado e formação das crianças. Uma iniciativa do Instituto Zero a Seis, que instituiu o programa Mobilização Brasileira pela Primeira Infância (Mobi).

Na ocasião, Ricardo Patah, presidente nacional da UGT e do Sindicato dos Comerciários de SP, representou o apoio de milhares de trabalhadores ao lado de Sebastian Fonseca, que deu voz ao núcleo artístico e Maurício de Souza, desenhista que dedicou seu trabalho na formação da garotada e sua filha Mônica de Souza, inspiradora da personagem, nomeada pelo presidente do Instituto Zero a Seis, João Figueiró, embaixadora do Movimento.

A central sindical tem entre suas bandeiras, a preocupação com o cidadão enquanto criança, jovens, adultos e idosos e pactuar com um plano como o Mobi é mostrar que a representatividade da classe trabalhadora está inovando na forma de melhorias e que a preocupação na formação e educação deve ser revista. Isto é, um adulto com boa formação é aquele que recebeu carinho e cuidado já nos primeiros anos de sua existência.

“Para nós, comerciários de SP, essa parceria é muito importante, porque nós temos muitas mulheres, muitas mães no comércio, e nós percebemos a fundamental importância de exigirmos nas nossas convenções coletivas, creches para que se possa cada vez mais valorizar as crianças de zero a seis anos. O futuro do Brasil está exatamente nessas propostas e na transformação do que está sendo desenhado, em ações concretas. O Sindicato dos Comerciários de SP com certeza vai fazer a sua parte. E esse projeto é fundamental para a cidadania, outra questão defendida, não só pelos Comerciários de SP, mas pela UGT, que prega inclusão, igualdade e oportunidade, prega cidadania”, frisou Ricardo Patah.

Cleonice Caetano de Sousa, diretora responsável por essa área no Sindicato dos Comerciários explica que hoje o Sindicato já abraça todas as causas sociais de inclusão e de toda e qualquer discriminação e também da violência. “Cuidar da criança de zero a seis anos, é ter nos seres humanos adultos melhores”, complementa.

“Porque hoje toda a sociedade pensa em cuidar do idoso, do adolescente, do adulto e da criança, mas ainda não temos esse cuidado quando a criança ainda está no processo de fortificar seu caráter, sua idoneidade e até mesmo o cuidado com seu espaço familiar. Assinar esse pacto hoje, é mais uma fase, mais uma etapa e isso prova o quanto o sindicato está empenhado, em nome do nosso presidente Ricardo Patah, que tem um coração aberto, tem uma mente aberta, a todas as melhores mudanças para o nosso mundo”, ressalta Cleonice, uma vez que orientar a mãe, o pai, ajuda na criação de uma criança saudável sem o risco de vulnerabilidades.


http://www.ugt.org.br/index.php/post/7191-Em-busca-de-um-futuro-melhor,-UGT-assina-Pacto-em-prol-da-primeira-infancia

http://www..comerciarios.org.br/index.php/post/3631-Em-busca-de-um-futuro-melhor,-UGT-assina-Pacto-em-prol-da-primeira-infancia

https://www.facebook.com/sustentabilidade.ugt/media_set?set=a.1541113489447763.1073741857.100006473802815&type=1