Cultura de Paz para um Transito Seguro

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A população fica cada vez mais estressada com o bombardeio diário de notícias de acidentes nas estradas e nos centros urbanos, à luz do dia e nas sombras da noite.

Nos noticiários de TV e de jornais impressos, as notícias e fotos de acidentes com veículos ocupa mais espaços, impactando os ânimos e tirando espaço para a divulgação de não poucas ações e movimentos bem sucedidos e andamentos para melhor qualidade de vida.

Dirigir em alta velocidade, colocar aparelho com excesso de sons nos veículos, dirigir alcoolizado ou sob efeito de drogas são comportamentos que resultam em acidentes e atentam contra a segurança de outras pessoas e do patrimônio alheio ou público. Por isso segurança no trânsito é questão de direitos humanos.

Vivemos num tempo de pressa crônica, de agitação coletiva, de ansiedade, depressão, dos compromissos com hora marcada. E neste clima os motoristas e pedestres, com ou sem motivo, andam apressados.

O respeito e defesa dos direitos humanos (de si próprio e dos outros) fazem parte da Cultura de Paz. Tolerância, resolução pacifica de conflitos e de problemas (sejam quais forem) fazem parte da Cultura de Paz.

O exercício da paz interior, da calma, serenidade, mesmo diante de situações inesperadas, alarmantes e dos impulsos da pressa instintiva – são atitudes a serem adquiridas por meio da Cultura de Paz.

 

Custos sociais da violência e dos acidentes de trânsito

 

Segundo dados apresentados no 9º Fórum Paulista para a Década de Cultura de Paz (junho/2001), nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, os homicídios destacam-se como a causa de morte mais grave, seguidos pelos acidentes com veículos automotores.

As vítimas de acidentes de trânsito competem com doentes acometidos de doenças agudas ou crônicas para receber atendimento nos serviços de emergência e nos tratamentos específicos. Os traumas de acidentes afetam, em sua maioria pessoas abaixo dos 40 anos de idade, o que implica em manutenção de atendimentos mais prolongados que resultam em custos sociais elevados que poderiam ter sido evitados.

Os acidentes e homicídios matam por ano, duas vezes mais do que a guerra do Vietnã matou em sete anos. As mortes ou traumas decorrentes do trânsito, não são apenas as provocadas por acidentes. Conflitos e agressões devido à problemas no trânsito, não raro, resultam em traumas ou até homicídios.

A prevenção de acidentes e violência no trânsito, envolvendo todos os segmentos da sociedade é um trabalho urgente e prioritário para salvar vidas e minimizar problemas psicológicos como neuroses, depressão síndrome do pânico que crescem a cada dia. Além disso, a prevenção poderá evitar gastos de recursos sociais que podem ser aplicados em benefícios para a população.

Educação para o trânsito começa na infância

 

Já existem muitos programas para iniciar a educação para o trânsito desde a infância, nas escolas, nas famílias e na comunidade.

Apresentaremos um deles: Fábulas no Trânsito 

Conheça as “Fábulas no Trânsito” 

http://guaxupaz.com.br/web/index.php/cultura-de-paz-2/educacao-para-paz/157-educacao-para-o-transito-comeca-na-infancia

 

 

Paz no trânsito é paz dentro de nós

POR:Vicente Godinho 

http://guaxupaz.com.br/web/index.php/2012-10-23-17-02-06/para-refletir/156-paz-no-transito-e-paz-dentro-de-nos

 

Campanhas para paz no trânsito se intensificam pelo país

 

O impacto de grandes tragédias no trânsito urbano e nas estradas, o crescente número de acidentes, a insegurança de quem sai de casa sem saber se voltará ileso, os altos gastos com atendimento médicos resultantes de traumas, tem desencadeado a reação da população e de órgãos públicos para conter este fantasma, ora escondido, ora solto por todos os lugares.

Campanhas populares e educativas tentam conscientizar motoristas, pedestres, pessoas de todas as idades, como também chamar a atenção das autoridades competentes para incrementar medidas preventivas e legais.

Conheça o trabalho desenvolvido pelo Instituto Paz no Trânsito: http://www.iptran.org.br/